1 de junho de 2007

Falando sobre>>>A dismorfia(vaidade excessiva!)




A vaidade pode ser tanto uma aliada da auto-estima quanto um veneno. Tudo depende de como se lida com ela. Quando ultrapassa o limite do bom senso, o excesso de preocupação com a aparência pode se transformar numa doença psiquiátrica com a qual especialistas começam a se alarmar - a dismorfia corporal. O astro pop Michael Jackson e a cantora Cher são citados por especialistas como ícones do exagero e possíveis dismórficos.



A dismorfia corporal é mais uma das doenças ligadas ao físico que se difundiram nos últimos anos. A mais conhecida é a anorexia, que leva meninas e mulheres a não comer por pânico de engordar. Menos neuróticos com a balança, os homens são vítimas da vigorexia, que faz os sarados e musculosos se achar fracotes. Já a dismorfia corporal atinge homens e mulheres na mesma proporção. Acreditar que pequenos defeitos, como uma pinta no rosto ou uma pequena cicatriz, são monstruosos é uma das características do problema. Passar mais de uma hora por dia na frente do espelho também indica algo errado. Mais grave ainda são aqueles que têm a feiúra imaginária. Não há nada perceptível, mas o doente jura que sim, que todos olham para sua deformidade. Ele se submete a todo tipo de tratamento dermatológico, estético e cirurgias plásticas mesmo sem precisar. ''É uma situação que piora muito a qualidade de vida'', destaca a dermatologista e cosmetóloga Patrícia Rittes, que esteve no encontro americano. ''A ansiedade se torna depressão e acaba gerando um isolamento'', explica.
A patologia não é nova. Vem sendo diagnosticada desde 1987 e foi descrita pela primeira vez há meio século. O distúrbio, porém, evoluiu. Hoje, os médicos sabem que, se não tratado, o paciente pode chegar ao suicídio. A doença é uma variação do Transtorno Obsessivo Compulsivo. ''Quem tem um amigo ou familiar com traços da síndrome não deve encarar como futilidade ou uma idéia delirante. Muitos sentem vergonha e não sabem como pedir ajuda'', alerta a psiquiatra Jocelyne Levy Rosenberg. O tratamento é psiquiátrico, com terapia e antidepressivos. Para os especialistas, parte da culpa de doenças como a dismorfia corporal, a anorexia e a vigorexia é da sociedade, que vende corpos perfeitos como ideal de beleza. ''Assim, o paciente se torna um eterno insatisfeito. Quer mudar toda hora alguma coisa. Se o médico não faz, ele procura outros, até encontrar um que tope'', diz o cirurgião plástico Marcelo Gandelmann.
A patologia não é nova. Vem sendo diagnosticada desde 1987 e foi descrita pela primeira vez há meio século. O distúrbio, porém, evoluiu. Hoje, os médicos sabem que, se não tratado, o paciente pode chegar ao suicídio. A doença é uma variação do Transtorno Obsessivo Compulsivo. ''Quem tem um amigo ou familiar com traços da síndrome não deve encarar como futilidade ou uma idéia delirante. Muitos sentem vergonha e não sabem como pedir ajuda'', alerta a psiquiatra Jocelyne Levy Rosenberg. O tratamento é psiquiátrico, com terapia e antidepressivos. Para os especialistas, parte da culpa de doenças como a dismorfia corporal, a anorexia e a vigorexia é da sociedade, que vende corpos perfeitos como ideal de beleza. ''Assim, o paciente se torna um eterno insatisfeito. Quer mudar toda hora alguma coisa. Se o médico não faz, ele procura outros, até encontrar um que tope'', diz o cirurgião plástico Marcelo Gandelmann.

2 comentários:

Anônimo disse...

Certamente você jamais será vítima dessa vaidade patolôgica. Ora, sendo você tão lindo, não há sequer como querer mais!
Minha admiração por você cresce...

Anônimo disse...

Bom gostei muito dessa postagem, acho que estou sofrendo de dismorfia, estou muito instisfeita comigo mesmo, ha um ano mais ou menos que me afatei de festas barzinhos, principalmente de dia e em lugar q tem que usar biquines, em geral de lugares que as pessoas vao me ver, evito ate conhecer homens com medo de me acharem muito feia gorda e nao querer sair comigo mais sera que estou precisando de ajuda pscologica