28 de agosto de 2007

1 de junho de 2007

Falando sobre>>>A dismorfia(vaidade excessiva!)




A vaidade pode ser tanto uma aliada da auto-estima quanto um veneno. Tudo depende de como se lida com ela. Quando ultrapassa o limite do bom senso, o excesso de preocupação com a aparência pode se transformar numa doença psiquiátrica com a qual especialistas começam a se alarmar - a dismorfia corporal. O astro pop Michael Jackson e a cantora Cher são citados por especialistas como ícones do exagero e possíveis dismórficos.



A dismorfia corporal é mais uma das doenças ligadas ao físico que se difundiram nos últimos anos. A mais conhecida é a anorexia, que leva meninas e mulheres a não comer por pânico de engordar. Menos neuróticos com a balança, os homens são vítimas da vigorexia, que faz os sarados e musculosos se achar fracotes. Já a dismorfia corporal atinge homens e mulheres na mesma proporção. Acreditar que pequenos defeitos, como uma pinta no rosto ou uma pequena cicatriz, são monstruosos é uma das características do problema. Passar mais de uma hora por dia na frente do espelho também indica algo errado. Mais grave ainda são aqueles que têm a feiúra imaginária. Não há nada perceptível, mas o doente jura que sim, que todos olham para sua deformidade. Ele se submete a todo tipo de tratamento dermatológico, estético e cirurgias plásticas mesmo sem precisar. ''É uma situação que piora muito a qualidade de vida'', destaca a dermatologista e cosmetóloga Patrícia Rittes, que esteve no encontro americano. ''A ansiedade se torna depressão e acaba gerando um isolamento'', explica.
A patologia não é nova. Vem sendo diagnosticada desde 1987 e foi descrita pela primeira vez há meio século. O distúrbio, porém, evoluiu. Hoje, os médicos sabem que, se não tratado, o paciente pode chegar ao suicídio. A doença é uma variação do Transtorno Obsessivo Compulsivo. ''Quem tem um amigo ou familiar com traços da síndrome não deve encarar como futilidade ou uma idéia delirante. Muitos sentem vergonha e não sabem como pedir ajuda'', alerta a psiquiatra Jocelyne Levy Rosenberg. O tratamento é psiquiátrico, com terapia e antidepressivos. Para os especialistas, parte da culpa de doenças como a dismorfia corporal, a anorexia e a vigorexia é da sociedade, que vende corpos perfeitos como ideal de beleza. ''Assim, o paciente se torna um eterno insatisfeito. Quer mudar toda hora alguma coisa. Se o médico não faz, ele procura outros, até encontrar um que tope'', diz o cirurgião plástico Marcelo Gandelmann.
A patologia não é nova. Vem sendo diagnosticada desde 1987 e foi descrita pela primeira vez há meio século. O distúrbio, porém, evoluiu. Hoje, os médicos sabem que, se não tratado, o paciente pode chegar ao suicídio. A doença é uma variação do Transtorno Obsessivo Compulsivo. ''Quem tem um amigo ou familiar com traços da síndrome não deve encarar como futilidade ou uma idéia delirante. Muitos sentem vergonha e não sabem como pedir ajuda'', alerta a psiquiatra Jocelyne Levy Rosenberg. O tratamento é psiquiátrico, com terapia e antidepressivos. Para os especialistas, parte da culpa de doenças como a dismorfia corporal, a anorexia e a vigorexia é da sociedade, que vende corpos perfeitos como ideal de beleza. ''Assim, o paciente se torna um eterno insatisfeito. Quer mudar toda hora alguma coisa. Se o médico não faz, ele procura outros, até encontrar um que tope'', diz o cirurgião plástico Marcelo Gandelmann.

29 de maio de 2007

Falando sobre>>>Violência doméstica!




















A violência doméstica é um problema que atinge milhares de crianças, adolescentes, e mulheres.
a falha e injustiça de excluir, do rol dos prejudicados, os homens. Portanto, podemos começar de novo dizendo que: A violência doméstica é um problema universal que atinge milhares de pessoas, em grande número de vezes de forma silenciosa e dissimuladamente.
Trata-se de um problema que acomete ambos os sexos e não costuma obedecer nenhum nível social, econômico, religioso ou cultural específico, como poderiam pensar alguns.
Sua importância é relevante sob dois aspectos; primeiro, devido ao sofrimento indescritível que imputa às suas vítimas, muitas vezes silenciosas e, em segundo, porque, comprovadamente, a violência doméstica, incluindo aí a Negligência Precoce e o Abuso Sexual, podem impedir um bom desenvolvimento físico e mental da vítima.
Segundo o Ministério da Saúde, as agressões constituem a principal causa de morte de jovens entre 5 e 19 anos. A maior parte dessas agressões provém do ambiente doméstico. A Unicef estima que, diariamente, 18 mil crianças e adolescentes sejam espancados no Brasil. Os acidentes e as violências domésticas provocam 64,4% das mortes de crianças e adolescentes no País, segundo dados de 1997.
Índice de Comportamento Violento
Psicopata e SociopataPerson. BorderlineTranstorno ExplosivoImagens CerebraisEpilepsia e ViolênciaTranst. CondutaEpisódio ManíacoPsicoses e Violência
Outras páginas de Psicopatias:
Person. Anti-SocialPerson. CriminosaPsicopatia e MoralViolência no PsicopataTranst. de Conduta
A Associação Portuguesa de Apoio à Vítima (APAV) tem um levantamento estatístico muito bom sobre a Violência Doméstica (veja)
O site
SaudePrev tem uma página sobre Violência Doméstica que diz o seguinte: "O fenômeno da violência doméstica acontece dentro da família, no Brasil, no Mundo e incide fundamentalmente sobre a vida e a saúde de crianças, idosos e, sobretudo, mulheres com sérias e graves conseqüências não só para o seu pleno e integral desenvolvimento pessoal, comprometendo o exercício da cidadania e dos direitos humanos, mas também para o desenvolvimento econômico e social do país.
Devido às circunstâncias em que ocorrem e a freqüente dependência da vítima ao seu agressor (marido , padrasto etc.), o sigilo dessas ocorrências e as dificuldades para denunciá-las, levam o CEJAM a desenvolver um projeto de Posto Avançado para Orientação às Vítimas de Violência Doméstica na Cidade de São Paulo.
Definição de Violência Contra as Mulheres - Conselho da Europa:"Qualquer ato, omissão ou conduta que serve para infligir sofrimentos físicos, sexuais ou mentais, direta ou indiretamente, por meio de enganos, ameaças, coação ou qualquer outro meio, a qualquer mulher, e tendo por objetivo e como efeito intimidá-la, puni-la ou humilhá-la, ou mantê-la nos papéis estereotipados ligados ao seu sexo, ou recusar-lhe a dignidade humana, a autonomia sexual, a integridade física, mental e moral, ou abalar a sua segurança pessoal, o seu amor próprio ou a sua personalidade, ou diminuir as suas capacidades físicas ou intelectuais." - isso está no site
Fundação da Juventude
Violência Doméstica, segundo alguns autores, é o resultado de agressão física ao companheiro ou companheira. Para outros o envolvimento de crianças também caracterizaria a Violência Doméstica.A vítima de Violência Doméstica, geralmente, tem pouca auto-estima e se encontra atada na relação com quem agride, seja por dependência emocional ou material. O agressor geralmente acusa a vítima de ser responsável pela agressão, a qual acaba sofrendo uma grande culpa e vergonha. A vítima também se sente violada e traída, já que o agressor promete, depois do ato agressor, que nunca mais vai repetir este tipo de comportamento, para depois repetí-lo.
Em algumas situações, felizmente não a maioria, de franca violência doméstica persistem cronicamente porque um dos cônjuges apresenta uma atitude de aceitação e incapacidade de se desligar daquele ambiente, sejam por razões materiais, sejam emocionais. Para entender esse tipo de personalidade persistentemente ligada ao ambiente de violência doméstica poderíamos compará-la com a atitude descrita como co-dependência, encontrada nos lares de alcoolistas e dependentes químicos.

28 de maio de 2007

Falando sobre>>>A falta de Respeito com as diferenças!!


A criança pergunta : "-Pai, o que é uma bicha?" E o pai espantado responde "- Onde você ouviu isso menino"? - A primeira impressão que se tem é que esse é um assunto proibido ou que a criança acaba de falar um terrível palavrão. Para muitos a palavra “bicha” pode ser pejorativa. Mas querendo ou não é assim que somos chamadas. Até entre nós. Mas existe um preconceito terrível quanto a isso. Os pais ao passarem com seus filhos de carro perto de nós dão um péssimo exemplo ao gritarem aquela frase célebre: "-João, amanhã tem futebol!!!". Que coisa "demodé". Tudo para mostrar ao filho que o correto seria que aquelas "senhoritas" que ali estão deveriam se comportar como todos os outros “machos” e assistir jogos aos domingos, arrotar e cuspir no chão. Será que não seria interessante se a escola aplicasse aulas sobre sexualidade a partir de uma certa idade? E que quando a criança visse o pai se referir a uma "bicha" soubesse bem o que é aquilo a ponto de poder esclarecer ao pai do que se trata? Mas, esse não seria um passo muito longo para os dias de hoje? Uma amiga minha, professora de biologia me disse que para explicar o processo de acasalamento entre os sapos já é difícil. Falar a palavra perereca na sala de aula já é motivo de algazarra. Imagina então explicar sobre a homosexualidade ou a transexualidade? Praticamente impossível. Sabemos que os jovens obedecem os modismos. Se está na moda as meninas darem “selinho”, tudo bem. Agora, dois meninos fazendo isso, jamais. Claro, vivemos numa sociedade machista. Um exemplo claro disso são os filmes pornográficos. É normal ver uma cena de duas mulheres e um homem na cama. E como se aumentasse a libido dos machos. Em compensação, nunca vi um filme em que dois homens se tocassem ou se beijassem (a não ser em filmes gays). Na TV hoje em dia é moda exibir casais homossexuais. Mas são casais que não demonstram um afeto sequer entre si. Sabemos que são gays porque a sinopse da novela diz que são. Entra novela, sai novela, e lá vem mais um casal gay. Me parece que a TV quer passar sua própria definição sobre como devem ser os casais homossexuais. Será que um beijo gay ou uma carícia no rosto do parceiro chocaria tanto assim? A TV mostra corpos estirados na calçada baleados na guerra civil em que vivem as grandes cidades. Mostrar uma cena dessa não choca. Mas um simples beijo, choca (pelo menos na opinião deles). Na novela Paraíso Tropical semanas atrás, a personagem prostituta de Camila Pitanga discutiu com uma "caracterização de travesti" na orla de Copacabana. Nunca vi, uma personagem tão mal travestido em toda a minha vida. Será que algum dia teremos espaço para interpretar a nós mesmas? E mostrar na TV que podemos ser muito mais que simples "bichas"? Sílvio Santos há 10 anos atrás elegia a mais talentosa transformista em seu Show de Calouros. Embora, o dono do Baú fizesse questão de dizer nossos nomes de batismo em cadeia nacional, éramos mostradas de forma artística. Tenho depoimentos de algumas artistas trans da época que me diziam receber até presentes das senhoras idosas, freguesas do Baú da Felicidade. Eu sou do tipo sonhadora. Acredito que um dia os pais vão mostrar aos filhos que por trás daqueles corpos esculpidos por silicone e cirurgias plásticas existe uma pessoa comum que reage como qualquer outro quando sente o preconceito, o racismo e a indiferença.

27 de maio de 2007

Falando sobre>>>Diversidade sexual!




O termo "heterossexismo" não é familiar para muitos porque é relativamente recente. Relativamente há pouco tempo é que tem sido utilizado, juntamente com "sexismo" e "racismo", para nomear uma opressão paralela, que suprime os direitos das lésbicas, gays e bissexuais. Heterossexismo descreve uma atitude mental que primeiro categoriza para depois injustamente etiquetar como inferior todo um conjunto de cidadãos. Numa sociedade heterossexista, a heterossexualidade é tida como normal e todas as pessoas são consideradas heterossexuais, salvo prova em contrário. O heterossexismo está institucionalizado nas nossas leis, órgãos de comunicação social, religiões e línguas. Tentativas de impôr a heterossexualidade como superior ou como única forma de sexualidade são uma violação dos direitos humanos, tal como o racismo e o sexismo, e devem ser desafiadas com igual determinação.Manifestações de homofobia internizada:
1. Negação da sua orientação sexual (do reconhecimento das suas atrações emocionais e sexuais) para si mesmo e perante os outros.
2. Tentativas de mudar a sua orientação sexual.
3. Sentir que nunca se é "suficientemente bom" (por vezes tendência para o "perfeccionismo"). 4. Fraco sucesso escolar e/ou profissional; ou sucesso escolar e/ou profissional excepcional, como forma de ser aceito.
5. Baixa auto-estima e imagem negativa do próprio corpo.
6. Desprezo pelos membros mais "assumidos" e "óbvios" da comunidade Gay, Lésbica, Bissexual e Transgêneros.
7. Negação de que a homofobia, o heterossexismo, a bifobia, a transfobia, o sexismo são de fato problemas sociais sérios.
8. Desprezo por aqueles que não são como nós; e/ou desprezo por aqueles que se parecem conosco.
9. Projeção de preconceitos num outro grupo alvo (reforçado pelos preconceitos já existentes na sociedade).
10. Tentativas de passar por heterossexual, casando, por vezes, com alguém do sexo oposto para ganhar aprovação social ou na esperança de "se curar".
11. Controle contínuo dos seus comportamentos, maneirismos, crenças e idéias.
12. Fazer os outros rirem através de mímicas exageradas dos estereótipos negativos da sociedade.
13. Relutância em estar com ou em mostrar preocupação por crianças por medo de ser considerado "pedófilo".
14. Práticas sexuais não seguras e outros comportamentos destrutivos e de risco (incluindo riscos de gravidez e de ser infectado com HIV).
15. Separar sexo e amor e/ou medo de intimidade. Por vezes pouco ou nenhum desejo sexual e/ou celibato.
16. Desejo, tentativa e concretização de suicídio.

Flanado sobre>>>AIDS!




As campanhas atuais podem promover alguns esclarecimentos realmente benéficos, mas servem também para popularizar o sexo entre crianças e adolescentes, estimular a prostituição juvenil, enfraquecer os laços familiares e propagar a vulgaridade e o desrespeito.
Se marido e mulher precisam se prevenir contra a Aids, esta prevenção passa principalmente pela fidelidade conjugal, e não pelo uso de camisinha. A expansão da Aids nunca foi uma simples conseqüência da prática sexual, na realidade ela é conseqüência da depravação sexual, e é essa depravação que precisa ser combatida com um padrão de comportamento menos vulgar.
As filosofias que tentam solucionar problemas sociais com técnicas paliativas e “jeitinhos”, sempre resultam num tiro pela culatra. Os índices estatísticos estão freqüentemente nos noticiários para comprovar esta realidade. A gravidez indesejada, a prostituição juvenil, a própria Aids e outras doenças de origens sexuais aumentaram principalmente entre os jovens e adolescentes.

Falando sobre>>>África=muita fome!




Devastada por secas e cheias, mas sobretudo por guerras civis (entre 30 e 40 no final do século XX), todo o continente africano parece ter mergulhado no abismo. Terminados os conflitos o terror não termina nas zonas rurais, onde a presença de minas e de munições não explodidas constitui uma ameaça permanente à reconstrução das comunidades rurais.
Etiópia, Eritreia, Somália, Sudão, Quénia, Uganda e Djibuti a fome que há muito mata nestes países milhões de africanos, já deixou de ser notícia na imprensa internacional. Entre as principais causas desta mortandade está a seca, as guerras e a permamente instabilidade política e religiosa na região.
Zambia, cerca de quatro milhões de pessoas (numa população de dez milhões) foi afectada pela seca que destrui, este ano, parte das suas colheitas. A situação está a tornar-se rapidamente catastrófica. (Dados de 2002)
Na África austral, existem presentemente 10 milhões de mulheres, homens e crianças a conhecer formas extremas do flagelo da fome. Malawi, Zimbabwe, Lesotho e a Swazilândia são alguns dos países mais afectados. Malawi, enfrenta seca e a pior fome nos últimos 50 anos. Segundo o governo, 70% da população de 11 milhões passa fome.
Em Moçambique e Angola (apesar de ter terminado a guerra), a situação é reconhecidamente trágica.(Junho de 2002)
As perspectivas de desenvolvimento para este continente são pouco animadoras. Na África sub-sahariana, o número de pobres pode aumentar de 315 milhões em 1999 para 404 milhões em 2015, afectando perto de metade da população da região (Banco Mundial, Abril de 2003).

Falando sobre>>>Pobreza!


Falando de pobreza sem ser triste
Falando de tristeza sem ser pobre
Ah, há quanto tempo?
Ah, quanto custa hoje em dia?
Que não sei de nada
Quis saber de tudo
Nunca é tudo
Há quanto tempo, ah, quanto custa hoje em dia?
Que o amor é tudo
Que o amor é tudoMuito distante
Há quanto tempo, ah, quanto custa hoje em dia?

(Tureko)




As profundas desigualdades na distribuição da riqueza no mundo atingiram actualmente proporções verdadeiramente chocantes.
O número de pobres não pára de crescer e já chega a 307 milhões de pessoas no mundo. Relatório da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad) recentemente publicado mostra que nos últimos 30 anos o número de pessoas que vivem com menos de US$ 1,00 duplicou nos países menos desenvolvidos.
Para a agência da ONU, o dado mais preocupante é a tendência de que esse número aumente até 2015, quando os países menos desenvolvidos poderão passar a ter 420 milhões de pessoas vivendo abaixo da linha da pobreza.
Em algumas regiões, principalmente na África, parte da população já tem um consumo diário de apenas 57 centavos de dólares, enquanto um cidadão suíço gasta por dia US$ 61,9. Nos anos 70 cerca de 56% da população africana vivia com menos de US$ 1,00, hoje este valor é de 65%.A pobreza está a aumentar, em vez de diminuir.
(Junho de 2002)
As ajudas dos países mais ricos aos mais pobres são uma gota de água no Oceano, cifrando-se 0,22 por cento do seu PIB. O mais grave é todavia os subsídios que atribuem às suas empresas para exportarem e barreiras comerciais que levam aos produtos oriundos dos países mais pobres. O desequilíbrio de meios sufoca completamente as economias mais pobres. (Banco Mundial,Abril de 2003)..

Falando sobre>>>Desigualdade social!


A desigualdade social acontece quando a distribuição de renda é feita de forma diferente sendo que a maior parte fica nas mãos de poucos. No Brasil a desigualdade social é uma das maiores do mundo. Por esses acontecimentos existem jovens vulneráveis hoje principalmente na classe de baixa renda, pois a exclusão social os torna cada vez mais supérfluos e incapazes de ter uma vida digna. Muitos jovens de baixa renda crescem sem ter estrutura na família devido a uma série de conseqüências causadas pela falta de dinheiro sendo: briga entre pais, discussões diárias, falta de estudo, ambiente familiar precário, educação precária, más instalações, alimentação ruim, entre outros. A desigualdade social tem causado o crescimento de crianças e jovens sem preparação para a vida e muitos deles não conseguem oportunidades e acabam se tornando marginais ou desocupados, às vezes não porque querem, mas sim por não sobrarem alternativas. Outro fator que agrava essa situação é a violência que cresce a cada dia. Podemos perceber que o ódio que faz com que uma pessoa se torne violenta sempre tem razões anteriores. Na maioria das vezes que vemos depoimentos de pessoas envolvidas com violência, as mesmas tiveram na infância situações onde o pai era ausente ou se presente espancava a mãe, a miséria fazia com que os pais vendessem drogas por um prato de comida, pais entregavam filhos para adoção ou até mesmo abandonavam os filhos ao invés de tentar reverter à situação. Alguns casos, as pessoas hoje violentas foram vítimas de abuso sexual quando mais jovens e essa série de situações trazem uma ira e desejo de vingança não só dos mal-feitores, mas também das autoridades que sabem de todos esses possíveis acontecimentos e não tomam posição. Hoje traficantes têm tomado o poder de algumas grandes cidades brasileiras e prejudicado cidadãos de bem com o intuito de atingir as autoridades. A cada dia que passa pessoas são mortas, espancadas e abusadas para que alguém excluído do mundo mostre que alguma coisa ele sabe fazer, mesmo que isso seja ruim. O fato é que, as autoridades são as principais causadoras desse processo de desigualdade que causa exclusão e que gera violência. É preciso que pessoas de alto escalão projetem uma vida mais digna e com oportunidades de conhecimento para pessoas com baixa renda para que possam trabalhar e ter o sustento do lar entre outros.

Falando sobre>>>Preconceito!


A complexidade da real origem dos preconceitos é uma das grandes dificuldades que o ser humano enfrenta para entender como respeitar e amar o próximo de forma objetiva e sensata.
Embora esse assunto ainda seja pouco comentado, os preconceitos podem ser divididos em dois segmentos: um segmento é maléfico à sociedade e o outro benéfico. O segmento maléfico é constituído de preconceitos que resultam em injustiças, e que são baseados unicamente nas aparências e na empatia. Já o segmento benéfico é constituído de preconceitos que estabelecem a prudência e são baseados em estatísticas reais, nos ensinamentos de Deus ou no instinto humano de autoproteção. Em geral, os preconceitos benéficos são contra doenças contagiosas, imoralidades, comportamentos degradantes, pessoas violentas, drogados, bêbados, más companhias, etc. Na verdade, é muito difícil definir o limite correto entre preconceito maléfico e preconceito benéfico. Por isso, a liberdade de interpretação pessoal deveria ser sempre respeitada.
É importante entendermos, também, que cultivar o amor ao próximo não significa exterminar preconceitos. Tentar destruir preconceitos à força é cultivar o paganismo e deixar entrar todo tipo de sujeira comportamental na nossa sociedade. No paganismo, (atualmente disfarçado sob o título de “pluralismo” e “laicismo”) tudo é permitido e nada é considerado errado.
Na década de 90, supostos defensores de direitos humanos (agindo como defensores de “anomalias humanas”) deformaram a palavra preconceito, a palavra amor, a palavra cultura e várias outras. Parece que a intenção era confundir o significado destas palavras e abrir caminho para oficializar práticas pagãs na sociedade brasileira. De fato, nos anos seguintes constatamos o aumento do homossexualismo, do feminismo, da infidelidade conjugal, dos rituais satânicos em diversas regiões, da prostituição em diversos níveis e de outros comportamentos degradantes e imorais “justificados” como festivos e culturais.
Infelizmente, uma parte da mídia vem usando uma máscara de amor ao próximo para condenar as discriminações de caráter preventivo e apregoar a indiscriminação total e generalizada. Essas pessoas, de ideais utópicos e estranhos, têm atribuído conotações exclusivamente pejorativas, à palavra preconceito, para desmoralizá-la e destruir seu efeito preventivo (o lado benéfico). No fundo, querem semear “ervas daninhas” em nosso meio e contaminar a nação com hábitos idólatras e pagãos.
Ao contrário do que tais pessoas têm apregoado, tudo o que não devemos fazer, nesta área, é praticar a discriminação injusta e precipitada, contra o nosso próximo, seja ele quem for ou quem quer que aparente ser. No entanto, fazer uso de conceitos concebidos de maneira prévia, porém comprovados estatisticamente ou orientados por Deus (através da
Bíblia), é um direito legítimo porque faz parte do nosso sistema de defesa; todo cidadão deve ter a liberdade e o direito de fazê-lo sempre que achar necessário.

Falando sobre>>>Homossexualidade!



Diz o poeta Goethe que a homossexualidade é tão antiga quanto a humanidade. Os primeiros registros históricos são datados de mais ou menos cinco séculos antes do nascimento de Cristo. Egípcios, gregos, romanos, possuem casos de homossexualidade em sua história, alguns bem famosos como o general Alexandre Magno e Platão.
Um dos registros mais antigos que se tem de uma relação homossexual é dos deuses egípcios Oros e Seti. Na mitologia Grega, podemos usar o exemplo de Laio, pai de Édipo, que teve um relacionamento homossexual com Crísipo. Quando Crísipo se suicidou por causa deste amor proibido, seu pai, tomado da dor e frustração por este relacionamento e seu final trágico, amaldiçoou Laio a ser traído e assassinado por seu filho, que viria a ser Édipo.
No Egito, como na Mesopotâmia, existiam formas institucionalizadas de homossexualidade. Entre os gregos e romanos, havia a aceitação de relações sexuais entre homens, como demonstração de poder, sem que esses deixassem de ter suas mulheres. Na sociedade ateniense, era natural que um jovem fosse possuído sexualmente por um adulto, porque seu papel na sociedade era de passividade.
Os temíveis exércitos de Tebas e de Esparta possuíam unidades formadas por pares de amantes homossexuais. Essas tropas, capazes de bravura suicida, eram estimuladas por idéias como as de Platão, que achava que um homossexual nunca abandonaria seu amante em combate e procuraria honrá-lo com feitos heróicos.
Mais atualmente, aparecem registros da homossexualidade feminina. Ela esteve na moda em vários períodos no Japão, do século XI ao XIX e na China Imperial, como no século XI. Chegou a ser institucionalizada entre os maias no século XV.
Não é fácil contar a história da homossexualidade, pois ela esteve sempre nos bastidores da história oficial. O que se pretende é mostrar que a humanidade é bastante contraditória quando se trata de um assunto que caminhou com ela, mas que ficou relegado a um segundo plano.
Contraditória, porque ao longo do tempo foi criando barreiras para a aceitação do homossexual. Em algumas religiões culturas religiosas, ela é vista como uma aberração, um pecado, uma falta de caráter; já em outras, está sendo aceita. De modo geral, a religião católica só tolera como única opção correta para o homossexual a castidade absoluta. Em seitas protestantes as posições variam. Para os metodistas e presbiterianos atos homossexuais são incompatíveis com o ensinamento cristão. Já na Igreja Episcopal há tanta tolerância que em 1977 uma lésbica foi ordenada nos Estados Unidos.
Também na vida jurídica como um todo há contradições. O casamento homossexual ainda não é aceito na grande maioria dos países, nem mesmo a união estável, mas sabe-se que formas institucionalizadas de homossexualidade têm existido entre índios da América do Norte, tribos africanas da Oceania e da Sibéria.
A ciência até pouco tempo considerava o homossexualismo como uma doença. Hoje nem tanto, mas ainda é vista por alguns teóricos como um transtorno, apesar de não existirem explicações nem biológicas nem psicológicas que comprovem isso em sua totalidade. Homossexuais podem ser tão saudáveis, inteligentes e bem-sucedidos como os heterossexuais.
Existem dados que mostram que cerca de 10% da população mundial é composta por homossexuais, e também de que é esta classe que sofre o maior grau de preconceito. Assim como os negros, pobres e até mulheres ainda, eles são considerados à parte da sociedade.
Este artigo não teve o propósito de defender o homossexualismo nem de expurgá-lo. Ele serve como um dado a mais para podermos pensar a sociedade moderna e a sexualidade moderna. É uma forma de sexualidade como o heterossexualismo, com a diferença de ter como parceiro alguém do mesmo sexo. Não é uma forma de perversão, é uma forma de amar que, é sabido, está se tornando cada vez mais comum, não porque está aumentando em números, mas por que cada vez mais as pessoas estão conseguindo assumir o que querem de verdade.

26 de maio de 2007

Pagar o preço!




“Custa tanto ser uma pessoa plena, que muitos poucos que tem a luz e a coragem de pagar o preço...É preciso abandonar por completo a busca da segurança e correr o risco de correr o risco de viver com os dois braços.È preciso abraçar o mundo como um amante.É preciso aceitar a dor como condição de existência.É preciso cortejar a dúvida e a escuridão como preço do conhecimento.É preciso ter uma vontade obstinada no conflito, mas também uma capacidade de aceitação total de cada consequência do viver e do morrer.”


(Guaracy Rocha 2005)

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O segredo do perdão

é olhar sem julgamento.

O segredo da fé

é procurar as provas.

O segredo do carisma

é olhar com amor.

O segredo da saúde

é a alegria.

O segredo da força

é a vontade.

O segredo do amor

é a inteligência.

O segredo do destino feliz

é ficar no melhor.

O segredo do equilíbrio

é buscar o espiritual.

A Vida tem seus segredos,mas para quem está atento

fica fácil descobri-los.


(Monica de Castro)

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MOSTRE-SE

A maior parte das suas dores acontece porquevocê esconde alguns sentimentos.
Quando você sente medo, seja lá do que for,os outros podem saber, sim.Não é vergonhoso sentir medo:ele é só um sinal de auto proteção.
Quando você sente raiva, expresse-a!Ela é um sentimento tão natural quanto a afeição.Se você pode dizer a alguém que o quer bem, por que nãopode dizer-lhe que sente raiva também?
Se no seu coração existem mágoas, lave-o!Fale sobre elas com quem magoou você.Não deixe que elas corroam sua alma e seu espírito.Muitas vezes a pessoa nem sabe o quanto magoou e,se você lhe disser, talvez vocês tenham a chance de,em conjunto, esclarecer algo pequeno que pareceu tão grande.
Se é ressentimento o que sente, por que esconde-lo?O ressentimento, depois de expressado, fica mais levepara quem o sente e, um dia, desaparece.Quando menos esperar você notará que veioo perdão em seu lugar.
Se há depressão, há outros caminhos diferentes da opção pelo isolamento.Escolha ouvidos amigos, fale e abra-separa ouvir as respostas, sejam elas quais forem.

Mesmo que venham palavras pouco agradáveis de ouvir,elas podem ser o gancho para trazer-lhe de voltaa alegria de viver, a capacidade para enxergarque nem tudo são trevas.
Amigo não é só aquele que lhe empresta o ombro para chorar:muito mais amigo é aquele que traz o tapa que desperta,que o faz acordar para a Vida.
Não há ninguém neste mundo que nunca foi ferido, magoado, machucado.E também não há quem não conheça a alegria de retornar ao porto da felicidade.Você será entendido e compreendido.
Esteja você como estiver, não se esconda!Mostre-se!Todo sentimento tem seu próprio e real valor.
Ponha a boca no mundo!Não há barreiras que possam impedí-lo de encontrar o AMOR!
Que esta seja uma semana muito especial.Um forte abraço.

23 de maio de 2007

MEU DIÁRIO!!!OU SEMANÁRIO!!!PARTICULAR!!


Já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesquecíveis. Já fiz coisas por impulso,já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei me decepcionar, mas também já fui rejeitado, fui amado e não amei. já gritei e pulei de tanta felicidade, vivi de amor e fiz juras eternas, "quebrei a cara"muitas vezes!já chorei ouvindo músicas e vendo fotos, já liguei só pra escutar uma voz, me apaixone por um sorriso, já pensei que fosse morrer de tanta saudade e tive medo de perder alguém especial(e acabei perdendo)!Mas vivi!E ainda vivo!Não passo pela vida...E você também não deveria passar!viva!!!Bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão,perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida é MUITO para ser insignificante.

Charlie Chaplin